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	<title>Comentários em: As contas da Federação Portuguesa de Remo</title>
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	<description>:: Remo em Português</description>
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		<title>Por: Oliveira</title>
		<link>http://www.laststroke.com/as-contas-da-federacao-portuguesa-de-remo/comment-page-1/#comment-1118</link>
		<dc:creator>Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 10:11:30 +0000</pubDate>
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		<description>Para não haver duvidas;
processo  em Coimbra 1º Juizo
processo em Lisboa 2ª secção 10ª vara
processo em Lisboa 2º Juizo 1ª secção
proceso em Lisboa com o nº 003239201001065726 Tribunal de 1ª instancia
penhoras as viaturas 40-41-NB, 08-CC-39 e 98-CQ-84</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para não haver duvidas;<br />
processo  em Coimbra 1º Juizo<br />
processo em Lisboa 2ª secção 10ª vara<br />
processo em Lisboa 2º Juizo 1ª secção<br />
proceso em Lisboa com o nº 003239201001065726 Tribunal de 1ª instancia<br />
penhoras as viaturas 40-41-NB, 08-CC-39 e 98-CQ-84</p>
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		<title>Por: Estevao Pape</title>
		<link>http://www.laststroke.com/as-contas-da-federacao-portuguesa-de-remo/comment-page-1/#comment-202</link>
		<dc:creator>Estevao Pape</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 12:29:06 +0000</pubDate>
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		<description>Cesar, acho que tens boa razao em muito do que dizes. Mas serao esses 300mil todos em emprestimos? E sera que a FPR tem capacidade para tanto dinheiro em emprestimo/divida?
Por outro lado, a questao dos veteranos, a meu ver, é complicada de avaliar. Se por um lado queremos que a FPR e clubes apostem nos mais novos, para aumentar a base da piramide, por outro lado fomentar os mais velhos (quem trabalho p. ex.) a remar é uma optima forma de dar sustento à modalidade. Vejamos:
- Maior capacidade financeira
- Sao os pais (e avos) dos nossos jovens, e estando a remar concerteza podem leva los para o remo (se considerarem haver condicoes!!!)
- Quantos serao potenciais investidores e patrocinadores?
- Quem poderao conhecer que possa tornar-se num patrocinador?
De qualquer maneira ha mais pessoas a remar, so nao se pode cair no erro de ver a quantidade e detrimento da qualidade. 
Quanto ao dinheiro gasto em barcos, tambem concordo que nao sejam precisos empacher e filipis, quando nao existe uma boa frota de iniciacao e treino p. ex. Treino no clube de remo de Twickenham e o me impressionou foi terem dezenas de barcos e apenas 1 empacher (8+). Quase todos os barcos sao Yanouseks em boa qualidade e que me parecem competitivos. Quando se tem nacionais onde as distancias entre equipas sao de muitos segundos, sera um empacher que nos fara ganhar!? E quantos barcos poderiamos comprar com o dinheiro de um empacher!? 
Mas isso tambem sao questoes que os clubes devem reflectir e saber as suas prioridades.
Ha muitos paus de dois bicos no nosso remo... mas ter dividas de 300m€ em emprestimos e leasings nao me convence! Pelo menos sem se verem melhorias nas areas criticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cesar, acho que tens boa razao em muito do que dizes. Mas serao esses 300mil todos em emprestimos? E sera que a FPR tem capacidade para tanto dinheiro em emprestimo/divida?<br />
Por outro lado, a questao dos veteranos, a meu ver, é complicada de avaliar. Se por um lado queremos que a FPR e clubes apostem nos mais novos, para aumentar a base da piramide, por outro lado fomentar os mais velhos (quem trabalho p. ex.) a remar é uma optima forma de dar sustento à modalidade. Vejamos:<br />
- Maior capacidade financeira<br />
- Sao os pais (e avos) dos nossos jovens, e estando a remar concerteza podem leva los para o remo (se considerarem haver condicoes!!!)<br />
- Quantos serao potenciais investidores e patrocinadores?<br />
- Quem poderao conhecer que possa tornar-se num patrocinador?<br />
De qualquer maneira ha mais pessoas a remar, so nao se pode cair no erro de ver a quantidade e detrimento da qualidade.<br />
Quanto ao dinheiro gasto em barcos, tambem concordo que nao sejam precisos empacher e filipis, quando nao existe uma boa frota de iniciacao e treino p. ex. Treino no clube de remo de Twickenham e o me impressionou foi terem dezenas de barcos e apenas 1 empacher (8+). Quase todos os barcos sao Yanouseks em boa qualidade e que me parecem competitivos. Quando se tem nacionais onde as distancias entre equipas sao de muitos segundos, sera um empacher que nos fara ganhar!? E quantos barcos poderiamos comprar com o dinheiro de um empacher!?<br />
Mas isso tambem sao questoes que os clubes devem reflectir e saber as suas prioridades.<br />
Ha muitos paus de dois bicos no nosso remo&#8230; mas ter dividas de 300m€ em emprestimos e leasings nao me convence! Pelo menos sem se verem melhorias nas areas criticas.</p>
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		<title>Por: Álvaro Branco</title>
		<link>http://www.laststroke.com/as-contas-da-federacao-portuguesa-de-remo/comment-page-1/#comment-201</link>
		<dc:creator>Álvaro Branco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 11:38:55 +0000</pubDate>
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		<description>Hesitei em responder ao comentário do Sr. César. É que, francamente, já vou estando farto destas guerrinhas. Acho que já se gastaram demasiadas energias com pessoas que, francamente, pelas suas práticas, não o merecem.

Porém, como me parece revelar algumas confusões, acabo por o fazer:

(1) O que realmente importa não é o que deve mas sim o saldo entre o que deve e o que lhe devem (o saldo da conta de terceiros) que, naturalmente, é mais baixo (-231.665 euros). Quanto a estas coisas de dever e pagar, o que realmente importa, com quem quer que seja, é se haverá, ou não, capacidade futura para pagar o que se deve. E olhe que os tempos não estão muito famosos. Já ouviu falar em sobre endividamento? 

(2) Mas o que realmente é preocupante é que tivemos 4 anos de sucessivos resultados negativos que, somados (porque podem e DEVEM ser somados), chegam aos 394.000 euros, mais coisa menos coisa: o valor NEGATIVO dos Capitais Próprios da FPR. Ou seja, quer se queira quer não, a FPR está insolvente. E pior que isso é que tem défices que já se podem considerar estruturais (ao contrário do que foi sendo afirmado ao longo do mandato). Se dúvidas existem, dê uma olhada pelos rácios de solvabilidade e de autonomia financeira da FPR nos últimos quatro anos (o seu significado está junto para se possa ajuizar correctamente). Algo que se omitiu nas longas e até enfadonhas explicações a que assistimos na AG do último sábado.

Acredite que não me movem macabras intenções ou secretas vontades para que a FPR esteja como está. Lamento-o profundamente. Porém enterrar a cabeça na areia não é maneira de se resolverem as coisas. E muito menos chutar a bola para a frente. Fiquemos atentos ao que aí vem. Depois, falaremos. 

(3) O número de atletas. Porque acha que os clubes, de repente, começaram a dar preferência a praticantes veteranos? Terá sido um mero acaso ou coincidência? Claro que não! Foi porque a FPR, desde há 4 anos, incluiu os veteranos no Ranking e passou a subsidiar a sua participação nos campeonatos nacionais. Naturalmente os clubes fizeram aquilo que racionalmente havia a fazer perante tal medida de &quot;incentivo&quot; e passaram a dar importância a ter praticantes veteranos em detrimento (por natural limitação de capacidade) de outros escalões. E não só jovens. Porque os veteranos também fazem os nacionais de seniores. Não é verdade? E com a proliferação de campeonatos, os veteranos até dão jeito porque normalmente não constituem grande despesa já que suportam, senão todos, grande parte dos custos de deslocação, alimentação e alojamento, para além de pagarem, em regra, mensalidades maiores. Esta foi a forma mais expedita que esta Direcção encontrou para aumentar o número de praticantes. É uma entre muitas outras possíveis. Só que para mim, é a medida fácil e expedita, mas constrangedora de desenvolvimento da modalidade. Dá uma aparente sensação de desenvolvimento para &quot;inglês ver&quot; ou será para &quot;outros verem&quot;? É o velho facilitismo Luso! Não há nada a fazer. Muita &quot;chico espertice&quot; é o que é. A longo prazo hipoteca o desenvolvimento da própria modalidade. Se há dúvidas que se olhe para o que as outras modalidades fazem.

Quer ter uma percepção do que realmente é fazer por promover, divulgar e incrementar uma modalidade? Então atente no seguinte:A Federação Portuguesa de Basquetebol e as Associações Regionais, promoveram de 1 a 5 deste mês, pelo terceiro ano consecutivo, em Portimão, a Festa do Basquetebol – Campeonatos Nacionais Inter-Associações de Basquetebol. Participaram as selecções de 18 Associações, com 870 atletas dos 14 aos 16 anos (iniciados e cadetes), de ambos os sexos, a que se somaram, delegados, árbitros e oficiais de mesa, totalizando cerca de 1400 pessoas. Uma grande festa! Digo-lho eu que estive presente num dos dias porque a minha filha participou enquanto atleta da AB de Setúbal. Um espectáculo! Digo-lhe eu. Dezenas de jogos a decorrerem em simultâneo com transmissão de resumos de 10 minutos diários na SportTV e com transmissão, em DIRECTO, da final de cadetes masculinos no domingo. E tudo como uma organização impecável!

No nosso Remo, ostracizam-se os clubes que não concordam com as práticas federativas. Ignoram-se as associações regionais, culpam-se os atletas. Enfim. Um rol de coisas que até dói a alma!

Deve ser por isso que se acha que o que há fazer no remo tem que ser feito sem as pessoas do remo. Já agora pode ser sem os clubes de remo, sem as associações de remo, sem nada e sem ninguém.
É algo &quot;sui generis&quot;, querer desenvolver o remo sem os agentes do Remo.

Coisas de ditadores! E quem quiser que enfie a carapuça!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hesitei em responder ao comentário do Sr. César. É que, francamente, já vou estando farto destas guerrinhas. Acho que já se gastaram demasiadas energias com pessoas que, francamente, pelas suas práticas, não o merecem.</p>
<p>Porém, como me parece revelar algumas confusões, acabo por o fazer:</p>
<p>(1) O que realmente importa não é o que deve mas sim o saldo entre o que deve e o que lhe devem (o saldo da conta de terceiros) que, naturalmente, é mais baixo (-231.665 euros). Quanto a estas coisas de dever e pagar, o que realmente importa, com quem quer que seja, é se haverá, ou não, capacidade futura para pagar o que se deve. E olhe que os tempos não estão muito famosos. Já ouviu falar em sobre endividamento? </p>
<p>(2) Mas o que realmente é preocupante é que tivemos 4 anos de sucessivos resultados negativos que, somados (porque podem e DEVEM ser somados), chegam aos 394.000 euros, mais coisa menos coisa: o valor NEGATIVO dos Capitais Próprios da FPR. Ou seja, quer se queira quer não, a FPR está insolvente. E pior que isso é que tem défices que já se podem considerar estruturais (ao contrário do que foi sendo afirmado ao longo do mandato). Se dúvidas existem, dê uma olhada pelos rácios de solvabilidade e de autonomia financeira da FPR nos últimos quatro anos (o seu significado está junto para se possa ajuizar correctamente). Algo que se omitiu nas longas e até enfadonhas explicações a que assistimos na AG do último sábado.</p>
<p>Acredite que não me movem macabras intenções ou secretas vontades para que a FPR esteja como está. Lamento-o profundamente. Porém enterrar a cabeça na areia não é maneira de se resolverem as coisas. E muito menos chutar a bola para a frente. Fiquemos atentos ao que aí vem. Depois, falaremos. </p>
<p>(3) O número de atletas. Porque acha que os clubes, de repente, começaram a dar preferência a praticantes veteranos? Terá sido um mero acaso ou coincidência? Claro que não! Foi porque a FPR, desde há 4 anos, incluiu os veteranos no Ranking e passou a subsidiar a sua participação nos campeonatos nacionais. Naturalmente os clubes fizeram aquilo que racionalmente havia a fazer perante tal medida de &#8220;incentivo&#8221; e passaram a dar importância a ter praticantes veteranos em detrimento (por natural limitação de capacidade) de outros escalões. E não só jovens. Porque os veteranos também fazem os nacionais de seniores. Não é verdade? E com a proliferação de campeonatos, os veteranos até dão jeito porque normalmente não constituem grande despesa já que suportam, senão todos, grande parte dos custos de deslocação, alimentação e alojamento, para além de pagarem, em regra, mensalidades maiores. Esta foi a forma mais expedita que esta Direcção encontrou para aumentar o número de praticantes. É uma entre muitas outras possíveis. Só que para mim, é a medida fácil e expedita, mas constrangedora de desenvolvimento da modalidade. Dá uma aparente sensação de desenvolvimento para &#8220;inglês ver&#8221; ou será para &#8220;outros verem&#8221;? É o velho facilitismo Luso! Não há nada a fazer. Muita &#8220;chico espertice&#8221; é o que é. A longo prazo hipoteca o desenvolvimento da própria modalidade. Se há dúvidas que se olhe para o que as outras modalidades fazem.</p>
<p>Quer ter uma percepção do que realmente é fazer por promover, divulgar e incrementar uma modalidade? Então atente no seguinte:A Federação Portuguesa de Basquetebol e as Associações Regionais, promoveram de 1 a 5 deste mês, pelo terceiro ano consecutivo, em Portimão, a Festa do Basquetebol – Campeonatos Nacionais Inter-Associações de Basquetebol. Participaram as selecções de 18 Associações, com 870 atletas dos 14 aos 16 anos (iniciados e cadetes), de ambos os sexos, a que se somaram, delegados, árbitros e oficiais de mesa, totalizando cerca de 1400 pessoas. Uma grande festa! Digo-lho eu que estive presente num dos dias porque a minha filha participou enquanto atleta da AB de Setúbal. Um espectáculo! Digo-lhe eu. Dezenas de jogos a decorrerem em simultâneo com transmissão de resumos de 10 minutos diários na SportTV e com transmissão, em DIRECTO, da final de cadetes masculinos no domingo. E tudo como uma organização impecável!</p>
<p>No nosso Remo, ostracizam-se os clubes que não concordam com as práticas federativas. Ignoram-se as associações regionais, culpam-se os atletas. Enfim. Um rol de coisas que até dói a alma!</p>
<p>Deve ser por isso que se acha que o que há fazer no remo tem que ser feito sem as pessoas do remo. Já agora pode ser sem os clubes de remo, sem as associações de remo, sem nada e sem ninguém.<br />
É algo &#8220;sui generis&#8221;, querer desenvolver o remo sem os agentes do Remo.</p>
<p>Coisas de ditadores! E quem quiser que enfie a carapuça!</p>
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		<title>Por: César</title>
		<link>http://www.laststroke.com/as-contas-da-federacao-portuguesa-de-remo/comment-page-1/#comment-200</link>
		<dc:creator>César</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 10:07:16 +0000</pubDate>
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		<description>Parece-me que tudo isto é muito exagerado.
Em primeiro lugar penso que a apresentação dos dados feita pelo autor desta &quot;notícia&quot; é claramente tendenciosa e intencionalmente enganadora! 300 000 euros de dívidas a terceiros não é dinheiro. senão vejamos.. Uma pessoa que compra uma casa de 150 000 euros e que peça um empréstimo no valor de 100 000 euros vai apresentar um valor de dívidas a terceiros de 100 000 euros. O que não que dizer que a pessoa esteja falida, só quer dizer que vai ter muitas prestações para pagar o investimento feito. Como é do conhecimento geral, a federação portuguesa de remo adquiriu durante este mandato, muito material, sendo que algum dinheiro foi bem gasto e outro mal gasto, mas de qualquer das formas foi gasto e foram pedidos empréstimos, logo as dividas a terceiros cresceram estupidamente(embora tenham diminuído no último ano por algumas prestações terem sido pagas) por outro lado pode-se criticar o fraco aumento dos ativos, mas como é do conhecimento geral, as carripanas mercedes são leasings, pelo que embora a federação tenha de as pagar, elas só serão da FPR no final do contrato e se for pago o valor residual, portando são bens que não podem ser contabilizados nos ativos. Posto isto, deve ser também de notar que os subsídios do idp referentes a 2008 não constam nesta apresentações pelo que a FPR vai ter um saldo bastante mais positivo que aquilo que se pensa para o ano passado.
Em segundo lugar, e embora até perceba as críticas referentes às contas(ignorância) não consigo compreender as criticas aos DADOS do aumento de praticantes. A FPR estupidamente abarbata-se aos números do aumento mas na verdade a FPR não tem absolutamente nada a ver com isso. Trata-se de um problema/proveito dos clubes, e se não há mais jovens a praticar é porque os clubes não têm condições estruturais para ter jovens. Quase todos os clubes estão a cair de podres e isso, lamento dizer não é culpa da FPR, é culpa dos próprios clubes. Não faz sentido haver tantos empachers e filipis numa porra de um país onde só dois tipos têm unhas para eles. Barcos mais baratos, dinheiro de sobra para instalações, mais jovens a praticar. Como muito bem foi dito na &quot;noticia&quot; o mal do remo está na sua base, assim como o do dirigismo: os dirigentes dos clubes! Pessoas que estão mais interessadas em ter tamancos e energumenos a remar nos nacionais em empachers e filipis do que ter os respectivos clubes cheios de atletas jovens donde poderão um dia sair de entre cada 500 ou 1000, um atleta que possa levar o nome de Portugal e do remo onde deveria estar. O Rascão Marques é uma besta, disso ninguém tem dúvidas, mas muito sinceramente, enquanto os clubes não tiverem mudanças de fundo, esta besta não é nem mais, nem menos que aquilo que merecemos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que tudo isto é muito exagerado.<br />
Em primeiro lugar penso que a apresentação dos dados feita pelo autor desta &#8220;notícia&#8221; é claramente tendenciosa e intencionalmente enganadora! 300 000 euros de dívidas a terceiros não é dinheiro. senão vejamos.. Uma pessoa que compra uma casa de 150 000 euros e que peça um empréstimo no valor de 100 000 euros vai apresentar um valor de dívidas a terceiros de 100 000 euros. O que não que dizer que a pessoa esteja falida, só quer dizer que vai ter muitas prestações para pagar o investimento feito. Como é do conhecimento geral, a federação portuguesa de remo adquiriu durante este mandato, muito material, sendo que algum dinheiro foi bem gasto e outro mal gasto, mas de qualquer das formas foi gasto e foram pedidos empréstimos, logo as dividas a terceiros cresceram estupidamente(embora tenham diminuído no último ano por algumas prestações terem sido pagas) por outro lado pode-se criticar o fraco aumento dos ativos, mas como é do conhecimento geral, as carripanas mercedes são leasings, pelo que embora a federação tenha de as pagar, elas só serão da FPR no final do contrato e se for pago o valor residual, portando são bens que não podem ser contabilizados nos ativos. Posto isto, deve ser também de notar que os subsídios do idp referentes a 2008 não constam nesta apresentações pelo que a FPR vai ter um saldo bastante mais positivo que aquilo que se pensa para o ano passado.<br />
Em segundo lugar, e embora até perceba as críticas referentes às contas(ignorância) não consigo compreender as criticas aos DADOS do aumento de praticantes. A FPR estupidamente abarbata-se aos números do aumento mas na verdade a FPR não tem absolutamente nada a ver com isso. Trata-se de um problema/proveito dos clubes, e se não há mais jovens a praticar é porque os clubes não têm condições estruturais para ter jovens. Quase todos os clubes estão a cair de podres e isso, lamento dizer não é culpa da FPR, é culpa dos próprios clubes. Não faz sentido haver tantos empachers e filipis numa porra de um país onde só dois tipos têm unhas para eles. Barcos mais baratos, dinheiro de sobra para instalações, mais jovens a praticar. Como muito bem foi dito na &#8220;noticia&#8221; o mal do remo está na sua base, assim como o do dirigismo: os dirigentes dos clubes! Pessoas que estão mais interessadas em ter tamancos e energumenos a remar nos nacionais em empachers e filipis do que ter os respectivos clubes cheios de atletas jovens donde poderão um dia sair de entre cada 500 ou 1000, um atleta que possa levar o nome de Portugal e do remo onde deveria estar. O Rascão Marques é uma besta, disso ninguém tem dúvidas, mas muito sinceramente, enquanto os clubes não tiverem mudanças de fundo, esta besta não é nem mais, nem menos que aquilo que merecemos.</p>
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		<title>Por: Fernando</title>
		<link>http://www.laststroke.com/as-contas-da-federacao-portuguesa-de-remo/comment-page-1/#comment-199</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 12:14:03 +0000</pubDate>
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		<description>As contas da FPR e a sua evolução devem preocupar todos os praticantes e amantes da modalidade. Se não se puser um termo imediato a este descalabro financeiro, num futuro muito próximo ficará comprometido qualquer desenvolvimento e evolução da modalidade. Quanto à evolução do número de praticantes de Remo,  pensemos na seguinte parábola: -Imaginemos todos que está em venda um lote de terreno, com 4 lados (como a maioria dos lotes), onde se pode construír um prédio com vários pisos. De 3 dos lados do referido lote tem de se contruír numa prumada, do outro lado é facultativo. É então que aparece um construtor ganancioso, compra o terreno com a perspectiva de que não estando obrigado à prumada, pode aumentar a área por piso e no final vai ter mais metros quadrados construídos, logo irá obter maiores lucros. O pensamento nos lucros vai cegá-lo de tal forma que, à medida que o prédio vai crescendo em altura, ele vai aumentando desmezuradamente o espaço útil por piso, mas só para o tal lado em que não está obrigado à prumada. Quanto mais o edifício cresce, mais ele aumenta o espaço por piso. Ora não será preciso dizer qual será o resultado final que acontece a tal construção, porque as leis da gravidade tem regras e vão cumpri-las. Pois bem, no remo, os pisos são os escalões e nós estamos a ver o número de praticantes a aumentar, mas os escalões de baixo mantêm a mesma áre, é só o piso de cima que cresce exponencialmente e, lembremo-nos, está a crescer para um dos lados. Não podemos continuar a permitir que um déspota dê cabo deste edifício. Temos de impôr regras para que a FPR continue a cumprir o fim para que foi criada. Quanto mais tempo passa mais o prédio tomba e muito mais dificil vai ser reerguê-lo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As contas da FPR e a sua evolução devem preocupar todos os praticantes e amantes da modalidade. Se não se puser um termo imediato a este descalabro financeiro, num futuro muito próximo ficará comprometido qualquer desenvolvimento e evolução da modalidade. Quanto à evolução do número de praticantes de Remo,  pensemos na seguinte parábola: -Imaginemos todos que está em venda um lote de terreno, com 4 lados (como a maioria dos lotes), onde se pode construír um prédio com vários pisos. De 3 dos lados do referido lote tem de se contruír numa prumada, do outro lado é facultativo. É então que aparece um construtor ganancioso, compra o terreno com a perspectiva de que não estando obrigado à prumada, pode aumentar a área por piso e no final vai ter mais metros quadrados construídos, logo irá obter maiores lucros. O pensamento nos lucros vai cegá-lo de tal forma que, à medida que o prédio vai crescendo em altura, ele vai aumentando desmezuradamente o espaço útil por piso, mas só para o tal lado em que não está obrigado à prumada. Quanto mais o edifício cresce, mais ele aumenta o espaço por piso. Ora não será preciso dizer qual será o resultado final que acontece a tal construção, porque as leis da gravidade tem regras e vão cumpri-las. Pois bem, no remo, os pisos são os escalões e nós estamos a ver o número de praticantes a aumentar, mas os escalões de baixo mantêm a mesma áre, é só o piso de cima que cresce exponencialmente e, lembremo-nos, está a crescer para um dos lados. Não podemos continuar a permitir que um déspota dê cabo deste edifício. Temos de impôr regras para que a FPR continue a cumprir o fim para que foi criada. Quanto mais tempo passa mais o prédio tomba e muito mais dificil vai ser reerguê-lo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Simões</title>
		<link>http://www.laststroke.com/as-contas-da-federacao-portuguesa-de-remo/comment-page-1/#comment-198</link>
		<dc:creator>Simões</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 11:09:54 +0000</pubDate>
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		<description>As contas da FPR e a sua evolução devem preocupar todos ospraticantes da modalidade. Se não se puser termo imediato a este descalabro financeiro, num futuro muito próximo ficará comprometida qualquer desenvolvimento e evolução da modalidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As contas da FPR e a sua evolução devem preocupar todos ospraticantes da modalidade. Se não se puser termo imediato a este descalabro financeiro, num futuro muito próximo ficará comprometida qualquer desenvolvimento e evolução da modalidade.</p>
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