Clube Ferroviário de Portugal renova posto náutico

A nova imagem do CFP
O Centro Náutico do Clube Ferroviário de Portugal (CFP) foi recentemente remodelado, possuindo novos espaços e melhores condições para os atletas, num investimento a rondar os 45.000 euros. Este esforço e renovação inclui a reparação de várias embarcações e teve o apoio da Junta de Freguesia de Alcântara, o IDP e a Câmara M. de Lisboa.
As mudanças foram:
- Nova secretaria
- Nova sala Social e de troféus
- Nova cobertura (telha isótermica)
- Nova construção – para novo ginásio
- Nova pintura – exterior e interior
- Balneários reparados
- Novos chuveiros
- Tanques pintados
- Barcos recuperados
Segundo Manuel Ribeiro, o responsável pela secção de remo do CFP, foi substituida a cobertura original que era de 1990 e de fibrocimento. “Esta substituição, imponha-se pelo facto de as placas estarem cada vez em pior estado e serem prejudiciais para a saúde dos atletas. As telhas isotérmicas, isolam o calor e diminuem o frio, logo, melhores condições para quem frequenta as nossas instalações. Pelo facto de serem brancas torna o interior do Clube com mais luminosidade. Toda a estrutura interior foi pintada de azul e a exterior de amarelo, ou seja, as cores do Clube.” afirma.
O novo ginásio, com 130m2, vai permitir mais espaço para treino e também a utilização dos ergometros nesta area. O antigo espaço de ergometros era uma estrutura por cima de um dos tanques, inviabilizando a sua utilização. O CFP volta a ter os seus 4 tanques operacionais.
“A sala social e sala de troféus é mais uma inovação. Pretende-se que este espaço seja um lugar de convívio, aqui podem ser vistos filmes sobre Remo, para que um miúdo quando chega a esta modalidade tenha a possibilidade de ver algo mais do que os tanques e ergómetros” diz Manuel Ribeiro, em relação ao novo espaço social.
“A larga quantidade de troféus que o Clube tem, que muito custaram a conquistar aos atletas, andam por lá sem dignidade nenhuma, pretende-se que sejam na nova sala e quanto possível catalogados”.
Manuel Ribeiro remata afirmando que estas foram as maiores obras do CFP nos últimos 100 anos.